Minhas Folhas de Relva

percepções do cotidiano em letras livres

04/04/2005 04/04/2013

Filed under: Cotidiano — Aline Moraes @ 11:23 AM
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“Há oito anos, decidimos fazer um pacto com chiclete, celebrando a compra de um símbolo de amizade eterna. E até hoje, acumulando sujeiras mil, segue aqui, brilhando de alegrias, a minha aliança de amor…. Amo vcs, minhas irmãs. Feliz dia da aliança!

Foi mesmo, dia 4 de Abril de 2005. Meses antes de nossas vidas mudarem, tomarem novos rumos, ao final dos anos de Sion. Prestamos vestibular, cada uma fez um curso diferente, numa faculdade diferente. De lá pra cá, já mudamos de país, de opção sexual, de emprego, de namorad@s, de visual, mais uma amiga se juntou ao time, mais uma aliança na parada, mais mudança de cidade, de estado, até de estado civil. E aquela joia continua aqui, no dedo do meio da mão esquerda (ou direita, dependendo do caso). Como disse a Tamy, na mensagem enviada hoje em comemoração ao aniversário da aliança, segue suja, porém brilhando.

Amigas para sempre, é o que diz na parte de dentro. Alguém duvida????

Feita a cinco mãos

Feita a cinco mãos

 

 

Uma visita ilustre em 2013 24/01/2013

Filed under: Intercâmbio,London,Viagens — Aline Moraes @ 5:18 PM
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He became Salvador Dalí when he gave me "surreal" news ;)

Wanja became Salvador Dalí when he gave me “surreal” news 😉

He’s coming!!!

Quando ele disse “great news”, nem quis pensar no quão grande eu gostaria que fosse a notícia. Mas é mesmo! Wanja vem me visitar no meio do ano!!!  Tudo no meu rosto sorriu ao receber a notícia… A melhor de 2013! 😀

We’ll finally see each other again, after 2 years and some skype dates in-between… A proof that friendships made on the other side of the Ocean can last!

Brazil is waiting for you, my german senhorito!

 

Livros (não só) infantis 27/09/2009

Filed under: Cotidiano,Cultura — Aline Moraes @ 7:18 PM
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O Trem da AmizadeLivro infantil não é coisa de criança. É um jeito – muito especial – de fazer literatura. Comecei a aprender isso com uma colega de trabalho, a Cristiane Rogério, durante minha passagem pela revista CRESCER, da Editora Globo.

Pude perceber o quanto essa visão faz sentido quando peguei emprestado o livro O Trem da Amizade.

Uma história curtinha sobre um homem que passava a vida numa estação de trem (não lembro em que país, mas era na Europa) esperando por alguém que o viesse visitar. Mas ninguém aparecia.

Até que, um dia, ele tem um insight e decide pegar o trem – talvez a sua visita estivesse esperando-o na estação errada! E, a partir daí, ele descobre muita coisa sobre a vida, as relações humanas e a relação consigo mesmo. Um livro inspirador.
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